Arquivo mensal: março 2015

Terças nas Corujas

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Como amassar um Barro

Depois de descobrir alguns quens do Barro, vamos a alguns comos. Ainda firmes na missão de jogar a pergunta “o que é o Barro” para debaixo do tapete, partamos para a bastante mais fácil partilha das iniciativas de algumas dessas pessoas que conhecemos melhor na série anterior.

Esse é um apanhado parcial e intransferível. Para informações mais confiáveis, investigue melhor com as partes envolvidas.

Reflexão sobre a prática Eis a barata do Barro. A única espécie sobrevivente do nosso paleolítico – no caso, o ano de 2013. Renato Stefani vem enfrentando bravamente os desafios de lidar com um bicho tão cheio de história para re-ressignificá-lo mais uma vez. É o encontro dos adultos, o cômodo da “casa barro” onde coletivamente voltamos o foco para nós e…, bem, refletimos sobre a prática! Nos primórdios, essa prática dizia respeito ao campo das crianças. Já que nos propúnhamos a criar algo inédito, no lugar de seguir qualquer pedagogia/ filosofia/ abordagem, era preciso falar disso que estávamos criando. Nesse espaço, pudemos fazer coisas incríveis como passar um par de horas dissecando as emoções e sentimentos que emergiram quando um adulto acompanhava uma criança no trepa-trepa. Dos pares de horas mais cheios de aprendizado coletivo já visto por aqui, diga-se.

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